Antes de começar a ler, o texto pense nisso:
```A vida é feita de desafios, nada é fácil para ninguém, nunca perca a fé e a esperança```
I Capítulo
Chamo - me Alberto Fernando, tenho 26 anos, sou formado em Recursos Humanos na UP. O meu pai é Carpinteiro, e a minha mãe é Alfaiate, sou de uma família humilde. Os meus pais com muito sacrifício me fizeram estudar. Quando eu estava no último ano da Universidade, o meu pai batalhou tanto e me inscreveu em 2 cursos semestrais (Informática e Inglês Básico), para eu estar bem lançado no mercado de emprego.
Sinceramente pensei, que tudo fosse tão fácil, principalmente depois de concluir esses 2 cursos. Achei que assim que termina-se a faculdade, teria um emprego. Depois da graduação na Universidade, enviei os meus Cv's e carta de emprego a 2 empresas, por causa das minhas notas e por eu ser um aluno bem aplicado na faculdade, achei que seria fácil encontrar um emprego, mal sabia eu, que a realidade é outra. O meu pai, me matriculou na "Escola de Condução Mucaranga", graças adeus 6 meses depois já tinha carta provisória na mão, mas o emprego que é bom, ainda não tinha.
Durante seis meses, eu lia vários jornais, com intuito de encontrar vaga de emprego, o mais interessante, é que nos jornais sempre haviam vagas disponíveis, "não sei se eram vagas fictícia", mas o certo é que eu, por mas que concorre-se, não era ligado para a entrevista. No desespero, e por falta de credibilidade nos anúncios de vaga de emprego, comecei a trabalhar como digitador de dados por 7 meses. Depois, consegui um outro emprego como Garson, trabalhei durante 1 ano das 22H até as 6H, e achei que deveria mudar de emprego. Comecei a trabalhar como motorista de chapa-100 (mini - bus) enquanto isso ia deixando cartas de emprego em várias empresas, que anunciavam vagas, porque "nunca se sabe quando e onde a sorte vai bater a porta.
" Num belo dia, enquanto os passageiros desciam do chapa na terminal, eu deixei o meu celular a carregar no chapa, e fui comprar crédito, quando voltei, encontrei "uma chamada perdida", o número era estranho, mas era de telefone fixo (PBX). Fiquei a me perguntar será que alguém falhou, será que são esses burladores ou será que é número de uma empresa, mas dúvido muito que seja de uma empresa, já estou a tentar mas de 4 anos e nada, talvez se eu tivesse um padrinho, já teria um emprego até hoje. Decide ligar para aquele número, para matar a minha curiosidade, e mal sabia eu que era de uma empresa, pediram para confirmar o nome, e que eu deveria estar lá às 13H pontualmente para a entrevista.
A História contínua no segundo capítulo...
Elaborado por:
Edson D'Lima Santana
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