"A verdade tarda, mas sempre aparece"
Final da História:
Obrigado pai, irei liderar esse povo segundo os seus ideais, prometo manter o respeito, segurança, tranquilidade e honra da família real como sempre fizeste, ao teu povo.
60 anos atrás:
No interior da província de Inhambane, havia um Rei casado com duas esposas jovens e lindas, a Palmira era a esposa mais velha, com ela teve 3 filhas: Safira, Cláudia e Anabela e com a esposa mais nova a Nelva teve um filho, como mandam as regras, o filho deve ser o sucessor directo do pai, ao trono real. Essa foi a razão do descontentamento da esposa mais velha "Palmira."
Por que ela queria que fosse uma das suas filhas a ter o direito do trono automaticamente por ela ser a primeira esposa. Devido ao ciúme, ganância e a inveja da esposa mais velha a Palmira, coordenou com um dos seus aliados seguranças (guardas) para raptar e aniquilar o único herdeiro directo ao trono real, o filho da esposa mais nova Nelva, para não haver concorrência ao trono por parte do seu filho. Sendo que ela só tinha um e único filho, ao passo que a Palmira tinha três filhas.
Felizmente a Nelva ouviu o plano da sua rival a tempo, e decidiu mandar sumir (desaparecer) o seu único filho, para que ele pudesse viver mais tempo.
A esposa mais nova "Nelva:"
Mas vale um filho pobre vivo, do que um filho rico morto.
Só a Rainha Nelva sabia, onde o filho estava exilado. 30 anos depois: a rainha mais nova (Nelva) perdeu a vida, a rainha Palmira tornou-se a única esposa do Rei, sendo assim ela precionou o Rei seu marido, para que procura-se um homem fiel e digno para se casar com uma das suas filhas, pós era óbvio que o Rei estava velho demais e cansado de liderar, mais ele queria alguém leal para assegurar essa responsabilidade. Na verdade o Rei só queria um genro que pudesse ser fiel, digno e honesto para continuar com o trono da realeza, e derrigir o seu povo de uma forma correcta e sábia, sem se esquecer de cuidar bem da sua filha e lhe dar vários netos.
A Safira anseiva o trono como a filha mas velha, mas não tinha poder de decisão e era parcial, enquanto a Anabela apesar de ser mais nova, era paciente, determinada e honesta, ela agia de forma imparcial. por sua vez a sua irmã mais velha cega pela ganância de querer almejar o trono a todo custo, decidiu mandar raptar a sua irmã por 3 meses, para que o Rei seu pai, no desespero o consedesse: marido, casamento e o trono, visto que a Cláudia a pesar de ser a filha do meio, não se interessava por política e nem pelo trono.
2 meses se passaram após a filha mais nova Anabela ser dada como desaparecida, traída pela sua própria irmã ambiciosa, o Rei não suportou viver o mesmo cenário por duas vezes no seio famíliar, primeiro foi o meu único filho e agora e com a minha filha mais nova, o que será que realmente está a se passar aqui? O Rei emitiu um mandato para que procurassem a sua filha desaparecida "Anabela" num período compreendido de 30 dias. Quem a achar e trouxer de volta viva ou morta será recompensado, se ela estiver viva a recompensa será ainda maior, e se por ventura a minha filha gostar da pessoa que lhe salvou, farei dessa pessoa o novo Rei.
30 dias depois, sem nenhum sucesso o Rei, não tinha outra hipótese, além de entregar o trono a sua filha mais velha Safira, enquanto a "cerimônia do empossamento ao trono" estava a decorrer, o Rei observou uma multidão invadindo a cerimônia e ele mandou paralisar tudo, para poder perceber o que realmente está a acontecer? Foi quando o líder do grupo que invadiu a festa, disse para a mulher que estava com eles, tirasse o lenço que envolvia o seu rosto, o Rei e todos que estavam na cerimônia mal podiam acreditar e ficaram de bocas abertas, pós a tal mulher era a "Anabela" a filha mais nova do Rei.
Foi quando o Rei, disse: estou muito agradecido guerreiro, certamente que terás a sua recompensa, mais antes deixa me fazer uma questão a minha filha (Anabela) Gostaste do guerreiro para que ele possa ser o seu futuro marido? E a filha sem medo e sem sombra de dúvida disse "sim pai", ele me tratou tão bem feito princesa, e como já me conhece antes. Ele é simples, honesto, íntegro e luta pela equidade. adoraria tê-lo como esposo.
Foi quando o Rei determinou: "desejo concedido filha", ele será o teu futuro esposo assunto inserado. Foi quando o guerreiro disse: desculpe senhor Rei, infelizmente recuso - me a aceitar casar com a sua filha, vai contra os meus princípios. Foi quando o Rei disse: como ousas a me desafiar caro guerreiro, e o guerreiro disse: jamais o desrespeitaria meu Rei, só não posso cometer o pecado "incesto".
Foi quando o Rei, disse: como assim explique melhor, venha até mim e diga o seu nome guerreiro? E o guerreiro caminhou em direcção ao altar do Rei, tirou os seus sapatos, ajoelhou - se e tirou o capacete de guerra olhando para o chão no sinal de reverência ao seu Rei. O Rei gostou do acto do guerreiro e disse: qual é o teu nome guerreiro?
E o guerreiro disse: Em voz alta, para que todos o ouvissem, chamo-me: Martins Mapera! O Rei, na aquele momento pediu para que ele levanta-se o seu rosto e olha-se para ele, foi aí que ele realmente percebeu que era ele o seu filho, desaparecido a 59 anos atrás.
Um dia depois:
O Rei empossou o seu filho Martins Mapera como o seu sucessor ou seja o actual Rei e por sua vez, o Rei Martins Mapera disse:
Obrigado pai, irei liderar esse povo segundo os seus ideais, prometo manter o respeito, segurança, tranquilidade e honra da família real como sempre fizeste, ao teu povo.
Em homenagem ao Doutor: "Martins Mapera"
Escritor:
Edson D'Lima Santana
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